quarta-feira, 21 de julho de 2010

Em São Pedro

...a tecnologia do Google Earth não deve ser dispensada...
Agora estamos aqui, no localizador do mapa (clicar aqui para ampliar), já na Bolívia, próximo a São Pedro. Vamos tomar café e ir ao museu e depois filmar e fotografar os arredores para vcs.

terça-feira, 20 de julho de 2010

A beira-mar e o "canion"

...pela estrada beira mar, onde a paisagem é fantástica...
Saímos de Iquique no sentido sul, rumo a Tocopilla, cidade geradora de energia termoelétrica para a região norte do Chile, pela estrada beira mar, onde a paisagem é fantástica, onde se vê milhares de albatrozes pegando os peixes que se alimentam de seus dejetos e com constante e imenso paredão desértico de, em média, 700 metros de altura e a margem do Pacífico as constantes pedras que impedem a areia de embelezar essa imensidão.
...entramos no "canion" rumo leste até Chuquicamata...
Em Tocopilla, entramos no "canion" rumo leste e em seguida numa impressionante reta até Chuquicamata, onde há a maior mina de cobre do planeta. Em seguida a passagem por Calama e outra reta até próximo a cidade de San Pedro de Atacama, onde dormimos num hotel já conhecido e muito frio.

Partindo para São Pedro de Atacama

A despedida no hotel Altazor do Filipp foi emocionante, despedidas dos voadores, e do apoio, uma tribo multinacional, Finlandês, Alemães, Chilenos etc, todos vivendo as emoções do voo livre.

Partimos pela orla do Pacífico de Iquique a Tocopila, o verde do mar e as dunas encantavam pelo colorido e o gigantismo, fizemos várias paradas para fotografar e filmar, chegamos a São Pedro a noite com muito frio, jantamos com um bom vinho e agora estamos aqui escrevendo a vcs.
Neste trecho para São Pedro encontramos dois brasileiros motociclistas do oeste do Paraná, Renato Begnini (Magrão) XT 660 e Roberto Camara (Passarinho) lander 250, passaram por Porto Velho, Rio Branco, Cusco, Arica, Iquique e agora Passo Jama.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Voando de Para-pente

Hoje levantamos mais tarde, fazia um frio gostoso, daqueles de ficar mais tempo na cama. Nosso objetivo era voar de parapente e assim ficamos aguardando a hora. O voo foi fantástico, decolamos numa revoada de dez parapentes, todos em voo duplo. A visão da cidade e do mar foi fantástica, o verde do mar contrastando com as dunas e o infinito do horizonte ficou marcado em nossas mentes.

sábado, 10 de julho de 2010

Iquique, as margens do Pacífico.

Iquique/Chile - uma imagem de ouro vista dos alto dos Andes
Iquique é uma cidade da província de Iquique, localizada na Região de Tarapacá, Chile. Possui uma área de 2.262,4 km² e uma população de 166.204 habitantes (2002). Iquique é capital da província de Iquique e da Região de Tarapacá. Pertenceu ao Peru até 1883, quando foi dado ao Chile pelo Tratado de Ancón após a Guerra do Pacífico. Ela se destaca por seus Monumentos Nacionais e suas praias.
Entre as mais belas se encontram: Primeras Piedras, Brava, Cavancha e Huayquique. A cidade é muito frequentada por turistas atraídos, além das praias, pelos Cassinos, Museu Regional, Naval e Antropológico, assim como pelos edifícios históricos, como o Palácio Astoreca e o Teatro Municipal.

É para lá que o Solano e Postigo estarão saíndo amanhã, dia 10, numa rota que vai direto para o Chile, pasando pela Bolívia, onde entrarão por Guayara-Merim, seguindo para Ribeiralta, Yata, Reyes, Rurrenabaque, Caranavi, Coroico, Lá Paz... e, por este blog no Balaio, esperam manter contatos com todos vocês.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Começando em Guayara-Merim

Saimos ontem no dia 4 de julho enfrentando toda a burocracia de fronteira. Se já não bastasse, quebrou o disco de embreagem logo nos 14 primeiros km, nos forçando a retornamos para Guajará Mirim, onde trocamos o disco e tivemos uma re-largada hoje, dia 5 de julho, esperando que todas as confusões da véspera tivessem ficado por alí mesmo. Dormimos a primeira noite na Bolívia, no Yata, dentro dos jipes.

Saímos cedo de Rurrenabaque e num panelaço no meio da estrada, que está muito ruim, quebrei uma mola dianteira do Cruzador. Mesmo assim conseguimos fazer a dormida desta segunda noite em Caranavi, onde chegamos no meio de uma festa, encontrando uma baiana casada com um dentista boliviano, que nos receberam com muita alegria.

No terceiro dia, 7 de julho, chegamos a Coroico onde nos perdemos. O Postigo tinha ido pela estrada velha e eu pela nova. Fui até a tranca a 3.600 metros de altitude, e lá dormi.

Hoje, já dia 8 de julho, Retornei a Coroico e passei o dia procurando o Postigo, que havia dormido dentro do carro no aeroporto de La Paz.